22 setembro 2007

Balada do Amor Eterno



Balada do Amor Eterno

Você, sua menina
Moça dourada
Dos seios morenos
Mais brancos até
Do que o corpo quase todo
Que me toma em desejo
Seios guardados
Envoltos em pudor
Mamilos doces
Aveludados, e que são meus
E que me contam segredos
Mudam de forma
Apontam, estremecem
Dão-me o sabor do amor
E me arrastam em poesia
Que canto como um riso
Mesmo diante das suas ausências

Moça melodia
Menina vibrante
Dos seios morenos
Minha doçura bandida
Encanto de alma
Que me arrasta e me deita
Brinca comigo e me faz prisioneiro
E me dá amor e me faz amor
Faz-me poeta desses que faz versos
Que remontam luz, tesão e saudade
E persistem deslumbrados pela noite
Por ter nas mãos calejadas, um dia
Um par de seios nus
Daquela que é a mulher amada

Faz-me graça a sua graça
Que dança pela rua
Caminhando até mim
Espevitada, alvissareira
E que vem a mim sem compostura
Explodindo em formosura
Como diamante, preciosa
Terna e gostosa
Sonho real, definitivo.

Minha amada, meu amor eterno
Mulher, simplesmente, mulher...

Renato Baptista

Direitos Reservados

2 comentários:

Maísa *Pupila disse...

Renato,
já atualizei seu novo espaço em meu
blog e além de entrar aqui e agradecer por tua visita, meus olhos deslumbraram ao ler versos tão repletos de emoção.
Parabéns!
beijos poéticos em teu coração

Dário Teixeira Cotrim disse...

Renato,

A imagem e o texto estão em perfeita sintonia. Gostei muito mesmo. Parabéns!

Um amplexo
Dário Teixeira Cotrim
Meu blog é www.darioteixeira.blogspot.com