06 outubro 2007

Déborah Cristina... Coitada!



Déborah Cristina... Coitada!

Faz tempo
Não é Déborah Cristina?
Seus cabelos cresceram
Até pintou as raízes
Pois é... O tempo não pára
E você aí nessa janela
Bisbilhoteira como nunca

Sabe Déborah Cristina
O meu amor continua grande
Forte, rígido
Como unha pintada
Com aquele esmalte
Para casco de cavalo
É... Fazia tempo que eu não a via

Continuo amando
Dançando no ar
A música da paixão
Beijando de língua
Suando de fazer amor
E você aí nessa janela
Sai daí Déborah Cristina!

Imagino você
Com calos nos cotovelos
E seus olhos de águia
Bisbilhotando o amor alheio
Que feio Déborah Cristina
Que vida a sua
Que não sabe o que é cheiro de amor...

Renato Baptista – Direitos Reservados

Um comentário:

Maísa *Pupila disse...

Muito bom seu texto...que habilidade menino! Parabéns!
Passo para ler teus trabalhos e especialmente para deixar o meu beijo poético nesta data querida, que continue a nos brindar com seus versos em sua Nova Idade, muita saúde, paz, amor e amizade.
FELICIDADES Meu Amigo Poeta!
*Pupila