17 março 2008

Fatalidade



Fatalidade

No mostrador
O passar das horas
Seca desenvoltura
Movimento constante
Preciso caminhar
E o tempo vai indo
Sem medo, sem parar
Seguro com o pensamento o ponteiro
E por ali o tempo pára
Pura preservação intuitiva
Mas o espelho amarelado
Bem ali à minha frente, denuncia
Reflete uma imagem fatídica
Continuo a envelhecer...



Renato Baptista

Direitos Reservados

2 comentários:

Cris disse...

Olá, Renato,
Vim lá do Planeta Literatura, viajando, lendo tuas poesias e cheguei aqui por uma Fatalidade, dessas mesmo que você descreveu...
A hora está passando, sem dúvida, mas envelheço curtindo o que mais gosto.

Beijos

Anônimo disse...

Renato meu bróder...
aqui passando rapido para rever teu blog..fazia tempo que nao aparecia.
prometo ser mais constante.
Tá bonito isso aqui!!
tu está numa ótima fase cara...escrevendo muito!
Parabéns mesmo!

Abraço forte

daufen bach.