22 junho 2008

Desespero



Desespero

Voar no limite
E amar sem fronteiras
Com o mundo
De palco solene
Pensamentos e gestos
Emoção e sentimentos

E chorar de amor

Sair pela porta
Guiado por Deus
Atrás do desejo
Vibração invasora
Qua chora saudade
Por lágrimas frias

E escrever sobre o amor

Escrever com a tinta antiga
Sobre o amor antigo
Que se limita
Que se esconde
No vértice do destino
Sorrateiro

E nas ruas a nossa sombra

Que caminham lado a lado
De mãos dadas apertadas
Entregando respostas
Que não se pensam
E que são cantadas
Em versos de poesia eterna

E nosso amor se desnuda

Se desnuda nos poemas-paixão
Que demonstram a força
Do amor-pássaro que voa
Voa no limite
Escorregando em lágrimas
Que brotam nos olhos

E molham a face das ausências desesperadas
Que choram e choram... De tanto amor


Renato Baptista

Direitos Reservados

Um comentário:

Nadir disse...

Meu amigo e poeta Renato Baptista
Eu aqui em seu site apreciando grandes obras!!!
Como não se emocionar, com a beleza poética dos seus escritos...
Você á cada dia mais inspirado que esse dom que Deus lhe deu
Esteja sempre presente em seus momentos.
Mais tarde voltarei para ver a página das Crônicas.
Meu amigo, não resisti à sua poesia Desespero e deixo-lhe meu carinho no link anexado.
Só não posso colocá-lo em meu site particular por não comportar mid MP3
http://recantodasletras.uol.com.br/audios/poesias/14072

Abraços
Nadir