29 abril 2009

Versos Cálidos e Desencontrados

Sinto a poesia pura, total
Poesia que escrevi de dia
Com a saudade constante
Que me trouxe a triste noite

Escorregam versos das nuvens
Sem as rimas cálidas, melódicas
Que se derreteram com o sol
E foram levadas pelas andorinhas

Melodia imortal brilhante
Que contém seus olhos tristes
Cantados em versos cálidos

E o poema anda chorando, desencontrado
Porque lágrimas molham os beijos
Grafados pela pena triste do nosso destino.

Renato Baptista
Direitos Reservados

2 comentários:

Retalhos de Amor disse...

Lágrimas aquareladas
Na tela do destino
Que... Vezes escrevemos
N'outras somos designados!!!

Adjetivos tão pequenos para
a grandiosidade dos versos
teus, meu Amigo!!!

Obrigada por mais esta
leitura Maravilhosa!!!

Beijos mais...
No coração, Padrinho!!!
Iza

Renato Baotista disse...

Iza... è bem por aí a essência do poema...Vc matou em cima a angústia desvendada.
Beijo*