20 outubro 2009

Balada da Despedida - Inspirada em Vinicius de Moraes.



Trecho da Música – “Serenata do Adeus”
Vinicius de Moraes


Ah, vontade de ficar
Mas tendo de ir embora...
Ai, que amar é se ir morrendo
Pela vida afora
É refletir na lágrima
O momento breve
De uma estrela pura
Que já morreu...

Balada da Despedida

E a cada beijo teu
De despedida
Rola uma lágrima
Com aquele gosto
De desgosto bandido
Que me queima os lábios
Com sabor de adeus prematuro
O coração manda ficar
Mas o tempo e o vento
E a nossa história
Nos levam pela vida afora
Temperada pela gritante saudade
E o amor, assim
Faz-se distante e ausente
Invisível e triste
Como uma estrela
Que já morreu
Pura...

Mas o amanhã, como um grande amor, nunca morrerá.
Renato Baptista

2 comentários:

Rafael Bardo disse...

primeiramente, gostaria de dizer que o dinamismo de sua poesia é contagiante tanto quanto uma melodia, dirias que és um compositor e tanto assim como Vinicius. Foi uma das melhores explanações que já li acerca da saudade que se sente depois de ter deixado de estar ao lado da pessoa amada, assim como é revivido esse amor quando há o reencontro "amanhã, como um grande amor, nunca morrerá"

em segundo lugar agradeço os elogios e também me sinto lisongeado com os convites, e deixo a certeza de que aceitarei a ambos assim que possível!

Um grande abraço

Giovani Pasini disse...

Gostei do seu blog, parabéns!
Muito bom o texto!
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