28 outubro 2009

Lua que me Sorri



Lua que me Sorri

Escrevendo, escrevendo
Caneta quase sem tinta
Lápis sem ponta
Rascunhos pelo chão
O bloco terminou
E o amor não acaba
A paixão consome
A lua sorri mas não vem
Encanta por ser encantada
Brilha como estrela que é
Faz da vida alegria
Faz do ar um perfume
Faz o coração gritar
A alma se enternecer
O sentimento cantar
A mão escrever, escrever
E a lua... vem e não vem.

Renato Baptista


4 comentários:

Beatriz Prestes disse...

Há esperas que parecem se fazer acontecer.....assim como a lua, por vezes sorrateira...encoberta por núvens, pouco se mostra. E muitas vezes brilhante e cheia se mostra, se exibe, mas permanece inatingível!!
Lindo teus versos...que é auge em seu sentido...beleza em forma de metáfora, que se faz poesia!
Aplausos sempre
Bea

M@ria disse...

simplesmente fantástico seu texto.

Ameiiiiiiii.......sou sua fã.

Beijos.........M@ria

Rosemildo Sales Furtado disse...

É, às vezes a lua usa esse tipo de procedimento e deixa o poeta a ver navios. Ele risca, rabisca, e ela faz que vem e não vem.

Lindo e profundo Renato>

Abraços,

Furtado.

cesar gil disse...

oiii renato obrigado amigo!!