06 agosto 2010

Paródias e o Tempo


Paródias e o Tempo

Não é tempo de dizer adeus
Porque ainda não falei de flores
Mesmo que não tenha essa sensibilidade
Não é tempo de despedida
Porque ainda não sofri o anunciado
Não é tempo de chorar
Porque meu amor está presente
Não é tempo de partir
Porque minha paixão
Ainda vira poesia
Não é tempo de esquecer
Porque meus sonhos me enriquecem
Nunca é tempo, até que o tempo me leve.

Renato Baptista

2 comentários:

Márcia Vilarinho disse...

Renato,


Até que o tempo nos leve...leves. Abraços

Carmem Teresa disse...

Mesmo que o tempo te leve..tão leve será essa partida...que a poesia...jamais perdida...fica, permanece, finca....a alma de autor...na sensibilidade atemporal das palavras.