09 junho 2011

Grito no Silêncio


Serei um grito
Em meio ao silêncio

Silêncio velado
De alguns podres

Não sobrará pedra
Sobre pedra

Já que avacalham a poesia
Sujam a retórica

Fazem imunda a arte
Com seus subterfúgios

Minha luta é insana
E muitos me pregarão

Na cruz...
Não importa!

Chega de bancar o que vê
E ri apenas

Quero ver quem não me dará
Razão
No final!

Porque no meio e por enquanto
Ficarão todos mudos

Surdos e mudos
Sem comentar e nem pensar.

Como sempre...

Renato Baptista