09 junho 2011

Grito no Silêncio


Serei um grito
Em meio ao silêncio

Silêncio velado
De alguns podres

Não sobrará pedra
Sobre pedra

Já que avacalham a poesia
Sujam a retórica

Fazem imunda a arte
Com seus subterfúgios

Minha luta é insana
E muitos me pregarão

Na cruz...
Não importa!

Chega de bancar o que vê
E ri apenas

Quero ver quem não me dará
Razão
No final!

Porque no meio e por enquanto
Ficarão todos mudos

Surdos e mudos
Sem comentar e nem pensar.

Como sempre...

Renato Baptista

6 comentários:

Karina Aldrighis disse...

Mas eu comento amigo! E sua poesiea É e está ótima, parabéns! Beijos e saudades...

Carmem Teresa disse...

Seu grito é a voz velada de muitos de nós... Muitos escrevem qualquer coisa sem qualquer merecimento poético, mas pouco realmente leem os trabalhos alheios...Concordo contigo...Sei que há a falta de tempo, mas existimos para nos comunicarmos e não apenas vangloriar o ego...Adorei sua contestação!!!!
Carmem Teresa Elias

Ricardo Miñana disse...

Un grito en el silencio solidario nace en tu poesía, un grato placer leerte.
que tengas un feliz fin de semana.
un abrazo.

Renato Baptista disse...

Obrigado Karina minha amiga... estamos sentindo falta de você na Casa da Poesia, hein?
Abraços*

Renato Baptista disse...

Carmem... obrigado pelo belo comentário... ele tem muito a ver com a realidade que percebemos.
Estamos esperando você lá na Casa da Poesia, tá bem? Faz tempo que você não publica seus belos poemas para que todos possam ler.
Abraços*

Renato Baptista disse...

Ricardo... agradeço a sua presença aqui no meu blog, apreciando o meu modesto trabalho.
Obrigado pelas palavras deixadas.
Abraços*