16 setembro 2011

Dança das Almas

Na simplicidade da ausência
Sombras de abraços se aproximam
Como nuvens que se procuram
E se misturam sem pudor
Fazendo com que no ar
Fique o calor do momento
Nasce assim um sentido doce
Do poema anunciado
Que nem é história, é entrega
Que poucos sabem cantar
E que alucina o sentimento guardado
Pronunciado na carícia das palavras
Que se misturam em versos, depois
E que como as nuvens
Voa sem limites noite afora
E as almas se entrelaçam
Em sentido pleno e de alforria
Cantando a pureza de um amor que flui
Mas aquele amor essência
Aquele amor que se doa
Porque nasce ingênuo e puro
Mais do que verdadeiro
E nas pervazivas andanças poéticas
Se impõe na simplicidade
Como versos que se repetem sem rimas
Cantando a aproximação das almas
Que agora dançam... fluídos colados
Pela madrugada
Em compreendida entrega
Ao som da música linda
Que soa alto, acima da paixão
Que não se conta
Mas que não sugere
Beijos trocados sem sentido
Apenas se unem em afeição
Permitindo que o sentimento voe
E ultrapasse o destino
Que se cumpre sem razão
Construindo lembranças
Daquelas que não se esquece
Porque moram na luz eterna
De almas gêmeas
Que se dão as mãos
Que se abraçam
E se beijam de verdade...

Para todo o sempre!

Renato Baptista

2 comentários:

Evanir disse...

A paz verdadeira começa sempre no coração.
Todos que levar a vida na divina paz.
Semeia essa semente pela vida
estara ajudando alguém
colher amor e luz na vida de muitos.
Não é a força mas a perseverança.
Que a paz faz as pessoas superiores.
Um feliz Domingo beijos.
Evanir

Mari@✿ disse...

Olá, gostei muito do seu blog to te seguindo.✿