30 outubro 2011

O Amanhã

Esse sempre amanhã
Que chega anunciado
Vibra solene
Transborda pela borda
Escorregadia
Antes intocada
Ultrapassa o limite
Da vida que passa
Com o doce sabor
Do mais amargo destino
Que vira o amanhã
O amanhã, o amanhã
Sempre e sempre
E que não dorme nunca
Simplesmente entristece
Empalidece insone.

Renato Baptista


2 comentários:

*Simone Poesias* disse...

O amanhã, sempre uma esperança.
Lindo poema Renato!
Um grande abraço xd

Bruno Gaspari disse...

"Amanhã que não dorme nunca, entristece, empalidece insone" Renato, teus versos exalam poesia por todos os póros. Muito lindo esse poema, amigo! Parabéns! Forte abraço